Conheça Folk na Kombi

FNK 2

 

Conheça Folk na Kombi

 

Se uma Kombi vermelha com três músicos parar na sua rua…. fiquei atento! Você corre o sério risco de se encantar e não querer mais que ela vá embora!

A banda Folk na Kombi faz literalmente jus ao nome. Guiada por Bezão, Felipe Camara e Jonavo, está na estrada desde 2013.

O veículo que antes servia apenas como transporte, hoje também é palco desses artistas folkianos, ou melhor, do folk brasileiro.

A doce simplicidade das letras e a sofisticação contagiante do ritmo nos transporta para uma outra dimensão, bem longe da poluição sonora que adoece os ouvidos.

Esse ano a banda lança seu primeiro DVD especial ‘’Folk na Kombi’’, (que também está disponível no site da banda).

Simplicidade, sofisticação e muita música boa.

Tive o prazer de conversar com os folkianos. Bora Conferir!

 

Entrevista Folk na Kombi

 

  1. Como e quando surgiu a ideia do folk na Kombi?

 

O folk na kombi surgiu da necessidade de divulgar o gênero folk no país. Além de sermos três amigos com suas carreiras individuais, sentimos a necessidade de colocar isso tudo na kombi e sair tocando. Um projeto independente que começou a agregar muita gente em volta dele. O Folk na kombi representa esse coletivo e essa vontade de fazer música com amigos.

 

  1. Folk é um estilo diferente do que estamos acostumados no cenário musical brasileiro. Qual a dificuldade que vocês sentem em relação a isso?

 

Existem os otimistas e os pessimistas, para esses, seria um problema o povo não conhecer ou não estar acostumado com o estilo, mas para nós (otimistas), vemos que pelo mesmo motivo, temos um leque imenso de oportunidades. Mas é até por ser pouco difundido que a gente se apega ao desafio e a novidade. Talvez seja mais legal falar de um assunto pouco explorado.

 

  1. Bob Dylan, Simon e Garfunkel, James Taylor… são os nomes mais conhecidos e influentes do folk. Quem mais vocês citariam?

 

Crosby, Stills and Nash, Neil Young, Joan Baez, Johnny Cash, Renato Teixeira, Almir Sater, Zé Geraldo, Sá, Rodrix e Guarabyra e muitos outros…

 

  1. Além do folk, quais outros estilos musicais influenciam a banda?

 

Vários estilos nos influenciam, o Rock, o sertanejo de raiz, algumas coisas do Pop, a MPB, o Blues, as Guaranias Paraguaias.

 

  1. Folk na Kombi está lançando o primeiro DVD. Conta um pouco sobre a ideia o show.

 

O show do Folk na kombi presta uma reverência aos nossos ídolos, dialoga com os nossos trabalhos solo (Bezao, felipeCamara e Jonavo) e tem um 3º elemento que é a identidade criada para o projeto. O DVD é um filme de música, bem diferente de um DVD apenas de show. Um projeto ousado e feito com muita dedicação e que conta essa história de três amigos loucos pelo que fazem e toda a energia ao redor.

 

  1. O que podemos esperar para 2016?

 

Muito show do Folk na Kombi! Queremos estacionar nossa Kombi em cada canto do país!

 

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Uma boa dica de filme para hoje, Dia do Autismo, é “Temple Grandin”, baseado em uma história real

Confira a dica da Patrícia da Redação do Portal Serra da Mantiqueira..

 temple grandin filme

O filme conta sobre Temple Grandin que hoje é professora de Ciência Animal da Universidade do estado do Colorado e especialista em manejo de bovinos, métodos de abate humanitário e bem-estar animal. Com as limitações do autismo, Temple dá lição de vida, de moral, de tudo para todos nós que deixamos ser limitados por coisas banais na nossa vida.

Temple é levada por sua mãe para a fazenda da tia, com o intuito de integrar a jovem com o campo, animais e consequentemente, um alívio aos pontos negativos que o autismo trazia para ela na cidade. A jovem era arredia com as pessoas, mas muito inteligente, começa a observar o modo como os trabalhadores lidam com o gado.

Ela cria uma máquina do abraço feito com tronco, parecido com o utilizado com gado. Temple não gosta de ser tocada pelas pessoas, mas busca proteção na máquina quando sente angústia e medo.

A autista descobre afinidade com planejamento, aritmética e geometria, e entra para a faculdade de engenharia. Um professor acredita no seu grande potencial e a incentiva para a área agropecuária.

Além de autista, Temple é mulher e por isso a dificuldade em fazer pesquisa nas fazendas era maior, porém, se veste de homem para entrar nas áreas frigoríficas e poder estudar os métodos utilizados. Após pesquisas e experimentos, ela desenvolve um projeto para o manejo do gado para chegar ao abate. Seu trabalho foi reconhecido no mundo todo.

Temple conta sua história em palestras e prova que o autismo não foi barreira para seus objetivos.