A balada de um homem comum

a-balada

Llewyn Davis (Oscar Isaac) é um cantor e compositor que sonha em viver da sua música. Com o violão nas costas, ele migra de um lugar para o outro na Nova York dos anos 60, sempre vivendo de favor na casa de amigos e outros artistas. Talentoso, mas sem se preocupar muito com o futuro, ele incomoda a amiga Jean Berkey (Carey Mulligan), que vive uma relação com outro músico, Jim (Justin Timberlake). Nem um pouco confiável, Davis se depara com a oportunidade de viajar na companhia de um consagrado e desagradável artista, Roland (John Goodman), mas nem tudo vai acabar bem nesta nova jornada.

A trilha sonora é simplesmente linda.

Vale demais ver e ouvir.

O trabalho “A balada de um homem comum” é dirigido pelos irmãos Cohen.

Anúncios

Confira entrevista com Gabriel Guedes, filho de Beto Guedes

gabriel

Ele é piloto de avião, luthier e músico. Toca piano, guitarra, baixo, bateria, cítara, flauta e violino. Ele é nada mais nada menos que o filho de Beto Guedes!

Gabriel Guedes (ou Xexéu para os amigos) é um músico completo. Com influências dos clubeiros, passeia pelos mais variados estilos musicais: choro, valsa, rumba, etc.

Em 2004 gravou um disco interpretando os chorinhos de Godofredo Guedes, seu avô. O disco é intitulado de Choros de Godofredo é, particularmente, lindo!

Seu último trabalho é totalmente autoral.

Tive um dedo de prosa com o Gabriel. Bora dar uma conferida?

1 – Já sabemos que o talento vem de família. Além do seu pai, quais as suas principais influências?
Desde criança tive muita influência de músicas do meu avô (Godofredo Guedes), música erudita e Beatles.

Quando fiz 18 anos conheci o rock progressivo. Em 2003/2004 entrei “numa” de chorinho. (risos)

2 – É fato! Minas Gerais é o berço de grandes nomes da música brasileira. Hoje, quem você citaria como um dos principais nomes da sua geração?

Atualmente, uma  referência da minha geração é Clayton Prosperi, de Três Pontas. Ele é professor de piano, maestro, arranjador e compositor.

3 – Me conta sobre seu último trabalho.

Meu último trabalho foi um disco autoral que reúne (digamos) minhas primeiras músicas. Um disco independente que demorou 3 anos para ser gravado, por ser independente. Um trabalho que foi uma honra ter feito. As composições são bem aquilo mesmo que gosto de fazer. Agora, estou preparando um segundo disco que será todo instrumental. Pretendo lançar ano que vem.

4 – Você tem um laço estreito com os Hare Krishnas. Já pensou em fazer um disco inspirado em Ravi Shankar?
Tenho uma ideia de fazer um disco em homenagem ao Clube da Esquina, só usando instrumentos indianos.

5 – Planos futuros?

Penso em reabrir uma oficina maior para construção de instrumentos.

Penso também em ter um carro (caminhonete) que possa servir de palco, bar, cinema, etc., para levar cultura às cidades. Uma coisa cultural ambulante. (risos)