Formação em história + o gosto pelo folk =a Diego Schaun

Formação em história + o gosto pelo folk =a Diego Schaun

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O baiano de 26 anos é músico e escritor, tem três discos gravados; Carpe Diem (2010), Folk baiano (2011) e Mar de sal (2014).

Com um pé no folk e o outro no rock, o cantor é elogiado por nomes como Humberto Gessinger e Paulinho Moska.

Tive o prazer de conversar com o Diego. Bora Conferir!

O que o levou a enveredar para a música, já que é formado em história?

A música veio primeiro. Comecei a estudar piano com oito anos. Depois veio às cordas (violão, bandolim etc.) e acabei tendo que aprender a tocar violão por causa do seminário, fui seminarista durante três anos.

Foi quando conheci o Engenheiros do Hawai que decidi o que queria fazer da minha vida.

A História veio depois que sai do seminário, mas já era músico. Gosto de História não para lecionar, mas hobby mesmo. Ela me dá suporte para compor.

Na Bahia, sabemos que o cenário musical é bem diferente do seu estilo, o folk. Qual foi a maior dificuldade que teve em relação ao estilo musical?

Agora que no Brasil tem surgido a cena folk, mas na Bahia é bem contra a maré. Dificuldade tem todos os dias, mas isso é uma alegria porque se não tivesse dificuldade não teria graça.

Qualquer coisa que foge do padrão de música que está acostumado a ouvir nos paredões de som aqui na Bahia é chato. Mas gosto desse lance de desafio, me dá força.

Além do folk, qual o estilo que também te influencia?

Muita coisa me influencia. Ouço de tudo: RPM, Lulu Santos, A-ha, Dire Straits… (influências do meu pai), clássicos do rock, música clássica etc.

Paulinho Moska uma vez me disse, depois de ouvir meu disco Mentes conturbadas, que tinha a voz parecida com a do cantor Elliot Smith. Quando ouvi Elliot pensei: é esse tipo de som que quero fazer!

Em 2015 você lançou seu projeto autoral, Diego Schaun e os Marivaldos. Conta um pouco sobre ele.

Tenho um elo muito forte com meus dois avôs.

Vovô Luiz e vovô Marivaldo.

Para o vovô Luiz, quando era adolescente, escrevi um livro e dediquei a ele.

Já para o vovô Marivaldo nunca tinha feito nada. Quando ia fazer shows sentia falta de uma banda, tive a ideia de ter uma banda que me acompanhasse e coloquei o nome do meu vô.

Tentei escrever músicas para os Marivaldos, gravamos um single Sexta-feira, mas fugia muito do que estava acostumado a fazer e não me sentia a vontade, mas não existe um trabalho separado, Diego Schaun e Diego Schaun e os Marivaldos.

Três músicas chave em sua vida

Tomorrow tomorrow_ Elliot Smith

Early morning – A-Ha

Cidade em chamas _Engenheiros do Hawai

E colocaria uma quarta que é Clothes of sand – Nick Drake

 

 

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